Leitura de hoje: Mateus 7:15-29

Repórteres e autoridades municipais se reuniram em uma estação rodoviária de Chicago em uma tarde de 1953. A pessoa que eles estavam se encontrando era o ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1952. Poucos minutos depois de o trem parar, um homem gigantesco – um metro e noventa e quatro de cabelo espesso e um grande bigode saiu do trem. Câmeras brilhavam. Autoridades da cidade se aproximaram dele com as mãos estendidas. Várias pessoas começaram a dizer a ele como estavam honrados em conhecê-lo.

O homem educadamente agradeceu e então, olhando por cima da cabeça, perguntou se poderia ser dispensado por um momento. Ele rapidamente atravessou a multidão até chegar ao lado de uma mulher negra idosa que lutava com duas malas grandes. Ele pegou as malas e com um sorriso, acompanhou a mulher até um ônibus. Depois de ajudá-la a bordo, ele desejou-lhe uma viagem segura. Quando ele voltou para a festa de despedida, ele pediu desculpas, “Desculpe tê-lo deixado esperando”.

O homem era o Dr. Albert Schweitzer, o famoso médico missionário que passara a vida ajudando os pobres da África. Em resposta à ação de Schweitzer, um membro do comitê de recepção disse com grande admiração ao repórter ao lado dele: “Essa é a primeira vez que vejo um sermão andando”.

Sem “um sermão que anda”, temos uma religião morta. Quando adoramos a Deus através de boas ações, nos tornamos um “sermão que anda”.

Reflexão

Como nossa fé é vista na maneira como vivemos?

Oração

Pai, ajude-nos a viver nossa fé em Você. Dê-nos Seu amor e compaixão para que as pessoas o vejam através de nossas palavras e ações. Em nome de Jesus, Amém.

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