Leitura de hoje: 2 Tessalonicenses 2:1-17 

Mensagens sobre oração e meditação são como livros sobre casamento. Eles podem ajudar a apontar o caminho para a realidade de um relacionamento profundo e precioso, mas a realidade é descoberta e experimentada no ato do casamento, não em conversar ou ler sobre o casamento. A realidade da comunhão com Deus – você fala em oração e Deus fala através da Palavra escrita por seu Espírito – é descoberta e experimentada no ato de oração e meditação. Se você quer essa realidade – e os cristãos querem essa realidade – você a encontrará este ano, quando a Palavra nesta manhã o levará ao ato de oração e meditação onde a realidade está. Você aprende os segredos da oração e meditação – comunhão com Deus através de Cristo – fazendo isso.

Primeiro, em 2 Tessalonicenses 2: 13-14, vemos como a oração de agradecimento depende da revelação na Palavra de como Deus opera em nossas vidas. Primeiro Paulo diz: “Devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos”. Agradecer é uma das responsabilidades mais felizes do mundo, porque a verdadeira gratidão é uma das experiências mais doces que o coração humano pode conhecer.

A segunda ilustração disso está em 2 Tessalonicenses 2: 15-17. No versículo 15, Paulo nos diz para permanecermos firmes e nos apegarmos à Palavra. Então, nos versículos 16-17, ele ora para que Jesus e o Pai nos fortaleçam em toda boa obra e palavra. Então, ele mostra que há uma conexão entre apegar-se à Palavra e orar para que Deus torne a Palavra eficaz.

Então, como é que a nossa força para boas obras e boas palavras acontece? Meditando sozinho? Não. Pela oração sozinho? Não. Pela oração de Deus para tornar a Palavra eficaz em nossas vidas. Palavra e Espírito. Meditação e Oração. Não um ou outro, mas ambos juntos.

Donald Whitney escreve: Meditação é o elo que falta entre a entrada da Bíblia e a oração. Os dois são frequentemente desarticulados quando deveriam estar unidos. Lemos a Bíblia, fechamos e depois tentamos mudar de marcha em oração. Mas muitas vezes parece que as engrenagens entre os dois não engrenam. De fato, depois de algum progresso adiante em nosso tempo na Palavra, mudar para a oração às vezes é como repentinamente voltar ao neutro ou até ao contrário. Em vez disso, deve haver uma transição suave, quase imperceptível, entre a entrada das Escrituras e a saída da oração, para que nos aproximemos ainda mais de Deus nesses momentos. Isso acontece quando há um elo de meditação no meio.

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