Leitura de hoje: Mateus 22:1-33 

Era improvável que qualquer uma das pessoas com quem Jesus estava falando já tivesse realmente participado de uma festa de casamento real, mas todos estavam familiarizados com as festas de casamento em geral e tinham alguma idéia da importância e magnificência de um que um rei prepararia para o casamento de seu próprio filho. Naquele dia e hora, uma festa de casamento era o destaque de toda a vida social. Um banquete de casamento que um rei preparasse para seu filho seria a “mãe de todas as festas”. Jesus estava imaginando a celebração mais elaborada possível. Esta seria uma super festa.

A verdade de que a parábola está se relacionando conosco é que Deus vai dar uma grande festa no final dos tempos. Vai ser uma festa em homenagem ao seu Filho e sua noiva – todos aqueles que amam e pertencem a ele. Então, a primeira coisa que notamos nessa parábola é que: O convite de Deus é uma convocação para a alegria. O chamado de Deus é um convite para uma festa! Haverá festa, dança e muita alegria. Nada faltará nessa festa. Haverá amigos e entes queridos lá e, melhor de tudo, o Rei e seu Filho estarão presentes.

Com certeza, os ouvintes de Jesus provavelmente ficaram chocados com essa história porque aqueles que foram convidados não queriam vir. Eles devem ter pensado – quem não iria a um casamento real?

Na parábola, as pessoas encontraram desculpas. Eles tinham outras coisas para fazer. A audiência de Jesus não podia imaginar pessoas que não aceitassem o convite para o banquete de um rei. A história beirava o absurdo porque ninguém recusaria tal convite. A parábola aponta para o desconcertante pecado da indiferença. O que Jesus estava fazendo nessa parábola foi atacar a apatia apavorante que olha para o gracioso convite de Deus para a vida e a alegria, e simplesmente suspira com indiferença.

Reflexão

De que maneiras as pessoas ainda respondem em apatia aos convites de Deus?

Pin It on Pinterest

Share This

Share This

Share this post with your friends!

Malcare WordPress Security