“Mas eu confio em ti, Senhor, e digo: Tu és o meu Deus. O meu futuro está nas tuas mãos; livra-me dos meus inimigos e daqueles que me perseguem.” Salmos 31:14-15

Ao longo da vida, somos chamados a confiar em algo. Quando nos sentimos mal e visitamos o médico, somos chamados a confiar no diagnóstico. Se tivermos um problema legal, somos chamados a confiar no nosso advogado para nos representar. Quando colocamos nosso dinheiro no banco, nós confiamos que eles possam cuidar disso, talvez o invistam. Confiamos que nosso empregador nos pague no final do mês e que nosso governo atinja suas responsabilidades civis. O problema com cada um dos acima, no entanto, é que todos conhecemos alguém que foi decepcionado por um deles. Além disso, quanto mais as pessoas nos decepcionam, mais difícil se torna confiar novamente.

Como cristãos, quão confiantes estamos na ajuda de Deus para nos salvar, nos sustentar e nos abençoar? Compreendemos verdadeiramente que a nossa vida está nas mãos de Deus. Estamos tão confiantes no que o mundo tem para oferecer, especialmente em tempos de emergência, que muitas vezes só pensamos em ir ao Senhor depois de termos esgotado todas as outras vias de ajuda. De fato, muitas vezes tratam a oração como último recurso de ajuda quando nada mais parece funcionar.

Muitas vezes confiamos em Deus para nos salvar na eternidade, mas não confiamos nele no aqui e agora. Sua graça nunca muda. Ele deveria ser a primeira pessoa a quem nos voltamos, não o nosso último recurso. Este salmo faz uma simples declaração: “Mas confio em ti, Senhor”. Estas são as palavras que vêm à sua mente quando confrontado com uma situação difícil? Quando as coisas parecem confundir e oprimir? Infelizmente, essas palavras nem sempre são as minhas, mas deveriam ser.

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