“Mas os pobres nunca serão esquecidos, nem se frustrará a esperança dos necessitados.” Salmos 9:18

Em 1989, um terremoto devastador aplanou o país da Armênia, matando mais de 30 mil pessoas em menos de 4 minutos. No meio da confusão que se seguiu, um pai deixou sua esposa com segurança em casa e correu para a escola de seu filho, esperando o melhor, mas temendo o pior. Quando ele chegou, ele descobriu com horror que a escola de seu filho tinha sido achatada pelo enorme terremoto.

Enquanto examinava os escombros, ele lembrou-se de uma promessa que ele havia feito para o pequeno garoto. “Seja o que for que acontecer, sempre estarei lá para você”. A situação pareceu sem esperança, mas ele simplesmente não podia tirar a cabeça dessa promessa. Ele lembrou que a sala de aula de seu filho estava no canto traseiro direito do prédio, então ele correu para aquele lugar lá e começou a cavar pelos escombros. Outros pais aflitos chegaram, chorando por seus filhos. Alguns tentaram afastar o homem dos escombros dizendo: “É muito tarde! Eles estão mortos. Você não pode ajudar.” Mesmo um policial disse ao pai que se afligiu que fosse para casa.

Mas, corajosamente, ele continuou sozinho porque precisava saber se seu menino estava morto ou vivo e por sua promessa. “Não importa o quê, sempre estarei lá por você”. Ele cavou por 8 horas, depois 12, depois 24, depois 36. Finalmente, na hora 38, ele puxou para trás uma grande rocha e, entre os escombros restantes, ele ouviu a voz do filho. Ele gritou, o nome de seu filho.”

A pequena voz respondeu-lhe: “Papai, papai, sou eu”. Então o menino acrescentou estas palavras inestimáveis: “Eu disse às outras crianças que não se preocupassem. Eu disse a eles que você nos salvaria porque você prometeu papai. Você me prometeu que, não importa o que acontecer, você sempre estaria lá para mim. Você fez isso. Você fez isso, pai!”

Este Salmo é uma confiança na promessa de Deus, que mesmo neste mundo turbulento, Deus nos oferece em si mesmo um santuário de refúgio. Salmos 9:9 “O Senhor também será um refúgio para os oprimidos, um refúgio em tempos difíceis”. Quão diferentes seriam nossos medos e preocupações se aprendêssemos a confiar em nosso Pai Celestial, como o menino no terremoto confiou em seu pai. Oh, que nós também possamos confiar em Deus e em Sua Palavra.

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