Versículo Chave: “Aqui estão minha mãe e meus irmãos! Pois quem faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” Mateus 12:49,50

Todos nós conhecemos a expressão “Você pode escolher seus amigos, mas você não pode escolher sua família.” O que queremos dizer com isso é que, independentemente de nossas diferenças, estamos unidos como membros da mesma família.

Se dar bem com o outro, provavelmente, era como um grande problema tanto para os doze discípulos como é para nós hoje. Em circunstâncias normais, os discípulos nunca deveriam ter sido parte do mesmo grupo. Simão, um dos discípulos de Jesus, era um zelote (Lucas 6:15, Atos 1:13). O próprio nome descreve aquele que está cheio de zelo e preparado para lutar pelo que acredita. Os zelotes diferiam dos outros grupos no tempo de Jesus. Os fariseus acreditavam que era a vontade de Deus para eles viverem na cultura onde Deus os tinha colocado, mas para permanecer puro, resistindo à tentação e a provação. Os saduceus procurvam a boa vida e o poder em posições de destaque. Os zelotes no entanto, confrontava a oposição. Hoje iriamos chamá-los de extremistas, lutando contra qualquer um que se opusessem a eles. Os romanos os descreveram como “bandidos” e em certa ocasião, de terroristas.

Em depois, veio Mateus, o cobrador de impostos. Coletores de impostos nunca foram as pessoas mais populares. Quando foi a última vez que você ouviu alguém animado para receber a visita de um fiscal? Nos dias de Jesus, os judeus desprezavam os cobradores de impostos porque eles trabalhavam para o inimigo, Roma. Se isso não fosse razão suficiente para criar ódio, havia também o fato de que os cobradores de impostos, muitas vezes cobravam mais de seus companheiros judeus e embolsavam a diferença piorando as coisas. Eles não só foram considerados como traidores, mas também ladrões.

Dentro da sociedade judaica, nenhum outro grupo ressentia uns aos outros tanto quanto os cobradores de impostos e os zelotes, mas Jesus escolheu os dois. Nós teriamos medo de que estes dois iriam acabar matando um ao outro ou, pelo menos, quer evitariam o incómodo de viver em constante conflito entre eles. No entanto, Jesus sabia que o amor de Deus era mais poderoso do que o ódio dos homens. O fato de que Jesus designou dois homens com tais visões de mundos incompatíveis demonstra o poder de Deus para nos unir em Cristo.

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